Pelas frestas da madeira
Vejos as crianças correndo
Recebo minha ligeira lembrança
De minha infância no peito ardendo.
Lembro do sol me abraçando
E minha calça cumprida
Minha alegria jorrando
De uma vida nem vivída.
O controle dos meus passos
Que decidem meu caminho
Mesmos nos antigos abraços
Que me soltaram sozinho.
Mas o dia não findou
Ainda há o tempo que não é meu
Nem tudo já se acabou.
Há alguem que me entendeu.
By: Alex Andrade
Uaaau *-*
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